Síndrome de alienação adquirida(SAAA) -

S.A.A.A.(Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades)

A matéria escrita por mim, abaixo, onde fiquei chocado com o comportamento de quase todos os envolvidos na justiça, descobrindo assim, esta doença emocional, e divulgando a mesma erradamente para: Congresso Nacional, Senado Federal, ONU, Polícia Federal, CNJ, Ministério da Justiça, etc… Todos estes, mas ninguém da área de “psiquiatria”. Tenho absoluta certeza no prejuízo incalculável causado por esta doença, e que ela existe em alto nível. Todos conhecemos pessoas viciadas em jogos, drogas e álcool, porém não foi desenvolvido um estudo a partir de pessoas que se fanatizam pelo trabalho. Em um determinado profissional, a mesma pode ser positiva, soldados e bombeiros, por exemplo, porém todos os julgadores (juízes, promotores, delegados, etc…) que a possui provocam “desonra” nos órgãos públicos com suas inversões de valores, passando a punir ao máximo pelo simples prazer provocado pela “doença”.  A única pessoa que me ouviu quando falei a respeito, foi justamente o maior cientista psiquiatra do Brasil, mas muito rápido, ele ocupadíssimo: Augusto Curi, após escrever com um alto grau de depressão, pois todas as covardias existentes no planeta foram feitas contra mim. E eu ainda desejando fazer o bem. Para entender a SAAA, exige inteligência e nossas autoridades costumam ser desprovidas. O Canalha e Crápula Ricardo Corrêa, procurador do estado e trabalhava como corregedor na Secretaria de Fazenda – SP, este “ser”, doente, pelo simples desejo de punir, foi a delegacia de polícia, dando uma parte que eu ameacei matar alguém. Fazendo uma pesquisa descobri que o mesmo demitia todos que ele julgasse, então desconfiei e sai atrás de pessoas que ele julgou. No primeiro que encontrei o fiscal Sabino Teixeira, ele havia falsificado uma declaração que provava que o mesmo conhecia um homem que o incriminava e que ele não conhecia. Lamentável, eu conheci tão claramente esta doença e nem o Ministério da Saúde e/ou Ministério da justiça, a identificou. Quando encurralei o “rato” acima, na secretaria de fazenda e o perguntei por que tinha este comportamento. O que ele tinha contra mim e o Sabido, ele começou a tremer e gaguejar e disse: Não tenho nada contra vocês! Ambos fomos demitidos por ele, por nada. A última experiência que tive com a doença, foi assustadora. Na delegacia de polícia de Volta Redonda, logicamente que deve ser em todas as delegacias do país, pois a doença é séria, existe um policial militar, especialista em aumentar as penas dos presos que chegam. O mesmo deve ter feito cursos para isto, pois, ao deparar com o fato, ele começa a raciocinar, com muita inteligência e rapidez de raciocínio, ligando as leis, quase sempre, consegue aumentar os crimes covardemente: Coloca ai ameaça! Tentativa de fuga! Eu o vi te desacatando! Estupro! Aliciamento de menores! Tentativa de suborno! Etc…O desgraçado que cair nas mãos deles, ficarão como eu fiquei. Não haverá saída, pois é comum; o delegado, o juiz, o promotor, o carcereiro, o escrivão, etc…possuírem também a doença. Tive o desprazer de assistir o julgamento de uma mãe traficante e o sobrenatural esforço de um “Desembargador” para enquadrar a filha desta, no crime. Um desejo mórbido. “Covarde”! Pelo menos em meu caso foram uma grande porcentagem doentes, razão pela qual desenvolvi uma teoria totalmente diversa de minha áreas. Isto com certeza, mais inspiração do “Espírito Santo de Deus”, que minha! O mesmo fator que envolve os militares e os bombeiros, a paixão pela farda, possuindo suas esposas sempre uma patente a mais, tornando-se positivo para a sociedade, pessoas envolvidas na justiça com o mesmo comportamento, a paixão pelo que faz, provocará uma catástrofe. Traduzindo: A SAAA das pessoas que trabalham no “crime” é mais criminosa que quaisquer crimes!
Seria esclarecedor meu empenho para a descoberta e tratamento da SAAA, o fato: Fui um dos 5 primeiros homens a traduzir a MEGA DOENÇA: “ALIENAÇÃO PARENTAL”, no Brasil, como Presidente da APASE (associação de pais e mães separados o estado de São Paulo). Com um universo de 20 milhões de jovens afetados, o Ministério da saúde desconhecia o assunto. Se acreditarem ser irrelevante a SAAA, gostaria que lembrassem das rebeliões em presídios (Carandiru) e outras ainda piores. Esclareço que uma sequência destes acontecimento, com apenas um preso, poderia ser fatal, pois somente eu, desenvolvi um projeto tão devastador, que o homem jamais imaginou. Motivo pelo qual, age de formas tão imaturas. Poderia tê-lo colocado em prática. Faltou dinheiro e conhecer bandidos. Onde cheguei a tentar, mas não obtive resultados, causei medo por não ser do meio.

Wilson Camilo Silva.
30/05/2014.

SINDROME DE ALIENAÇÃO ADQUIRIDA PELAS AUTORIDADES (SAAA). – Super lotação nos presídios:
Esta teoria, estou desenvolvendo, a partir das observações “reais” assistidas por mim, durante estes anos de “sofrimento” e “aprendizado”. Também não posso deixar de informar que, embora eu sinta “vergonha”, fui uma “autoridade”. Nesta função desenvolvi preconceitos como quase todos. se fiscalizasse um estabelecimento e não descobrisse “sonegação”, sairia dali, frustrado e me sentindo um verdadeiro “idiota”. Chamarei esta síndrome de “Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades (SAAA)”, que por sorte, em relação a “fiscais” não alteraria o panorama sócio cultural atual (ver definição de tributos e fiscalização.
JUIZES. O QUE SIGNIFICAM?
Pude observar que este mesmo sentimento, envolve os profissionais ligados à“justiça” em grande intensidade. Em razão inversa ao seu “crescimento espiritual” e diretamente proporcional ao seu “apego” à profissão. Este sentimento é tão “destruidor”, que um dos ditados populares em relação a ele, por não conhecerem esta definição, seria: 50% dos “juizes” acreditam serem “deuses” e os outros 50% têm certeza! Quando a população revoltada pelas diversas injustiças praticadas, diz: Cabeça de juiz é como “bunda” de neném! Queriam mesmo era dizer: Este profissional é “dominado” pela função que exerce, e isto contribui para que use somente a “emoção”, deixando de lado a “razão”. Neste caso o mesmo estaria lesado pela “SAAA”.
Esta doença poderá ser tratada, e certamente se as intervenções “terapêuticas”, forem levadas a sério pelo governo, seu resultado “positivo” será incalculável.
Darei alguns exemplos claros de como os indivíduos em posse desta doença, se tornam frios e covardes, dificultando assim, todo o decorrer de um processo, mesmo que na seqüência existissem profissionais saudáveis.
Nesta oportunidade, gostaria de “implorar”, “suplicar” ao próprio Presidente da República: L.I.L.S., ao Ministro da Justiça, e aos parlamentares de um modo geral, para que estudem o caso, e dêem prioridade. Somente em meu caso citaria dezenas de vezes em que me deparei com estes “anormais”, e quem pagaria por suas “dementes” satisfações? Não seria sempre o poder público? Com um grande e desnecessário sofrimento das “classes discriminadas!”
O promotor e JOÃO ESTEVÃO da SILVA., um homem que citarei em outros itens, segundo dizem, é conceituado, e estaria sempre aparecendo na “globo” pela sua “superioridade” em relação aos demais. Na folha n° 002, de minha prisão em “flagrante”(ver doc.fl.129), ele informa ao delegado de polícia: Wilson Camilo Silva, se auto lesionou, ao tentar desferir uma cabeçada contra o rosto do cinegrafista da Rede Globo e ter acertado a sua filmadora. Vejamos este portador da “síndrome”: Um cinegrafista encontra-se, justamente, atrás da câmara, pois é a única maneira para se filmar alguém, quando vi aquela situação, minha sala invadida, e eu sendo filmado, escapei dos policiais e dei uma cabeçada. A câmara profissional possui quase um metro de comprimento, quem estiver filmando, estará do outro lado, eu apareço na TV. várias vezes, e não existe nenhuma possibilidade para se confundir(ver fita de vídeo n° 01, anexo). Qual a intenção deste “pobre”? Penso que neste momento, ele ainda não tinha certeza de minha “não participação”, então eu já seria preso! Seria ele mais feliz, caso minha “pena” aumentasse alguns anos? Ele me conhecia? Valeria a pena mentir, passar vergonha, por nada? A “SAAA” daria a ele tanto prazer?
Seguindo o mesmo raciocínio, na folha n° 003 do flagrante, a testemunha, R.C.V., policial militar, declara: Wilson investiu contra o repórter da globo que acompanhava o caso e tentou dar uma cabeçada no rosto do mesmo e atingiu a filmadora, vindo a ferir-se! E então? (ver doc.fl. 131, anexo). Gostaria que observassem a nitidez e a objetividade da sena, a distância do tal cinegrafista, que jamais vi, não saberia dizer se homem ou mulher, gordo ou magro. E as mentiras vergonhosas? O desejo de aumentar minha pena, sem me conhecerem.
Como estamos diante de uma “escola”, trata-se de uma “cultura” um tanto indesejável, mas alguém terá que desenvolve-la, chegamos também a uma “excelente” conclusão: De posse da “SAAA”, não existe hierarquia, nem tampouco escrúpulo, a emoção fala mais alto, tanto “promotores”, quanto “policiais militares” desenvolvem o mesmo grau de criatividade! A partir desta afirmação, eu citaria milhares de exemplos de “abusos” desta natureza. Isto é humano? Podemos continuar tratando seres humanos com este “ódio irracional?”

Um outro exemplo formidável que encontrei desta doença “manifestada”, foi no IP. n° 806/98, 2ª vara criminal-Santos, (ver 2° Episódio Geral, Pág.53 a 60), embora, infelizmente, tenha grandes indícios de “suborno”, gostaria de chamar a atenção para uma ramificação desta doença, chama-se: Síndrome de Alienação Adquirida pelas Autoridades por Indução (SAAAI). Nesta, uma autoridade é “induzida” a absolver os réus, seja por suborno, discriminação ou tráfico de influencias, embora conhecendo o caráter e a postura dos “estelionatários”, ninguém duvidaria de um “suborno”. Uma vez que de posse da SAAA, devemos punir, embora eu seja o autor da denúncia, a promotora Sra. Tânia Maria A. S., faz 07(sete) conclusões escandalosamente “tendenciosas” em seu despacho, inocentando os “ladrões” e para vergonha da “justiça”, inverteu a parte, solicitando apuração de eventual infringência da Lei n° 8429/92, contra mim. Repetiu, por “coincidência”, a mesma ameaça que os “estelionatários” me fizeram quando me roubaram: Se você der parte, nós o denunciamos, você é fiscal e seu dinheiro é roubado! Acabei de ouvir isto e corri para a delegacia de polícia. O que esta profissional quis dizer? Quem é ela? Vamos nos encontrar, para falar a respeito, Sra. Tânia? Gostaria de conhecê-la pessoalmente. Este processo será reaberto imediatamente, aguardava este momento, Veja o prejuízo que a Senhora deu-me com sua “SAAAI”! Minhas declarações de imposto de rendas (ver anexo: fls 196 a 202), e uma enorme caixa com meus investimentos no “Mercado de Capitais”, estão a sua inteira disposição. A Senhora, já me mostrou que para ficar rico, seria necessário “roubar”, enquanto que eu para isso cursei uma Pós Graduação em “Engenharia Econômica” e fui o primeiro colocado em todas as cadeiras do curso.
Com tudo que citarei, em relação à juíza Érika Mascarenhas., a partir da pagina: 31, ficará claro se trata de SAAAI, neste caso ela poderia estar “induzida” pelos mesmos fatores, e ainda devemos acrescentar o fator “mídia”.
Passo a informar, que esta “síndrome”, pode se “manifestar” de diversas maneiras, desde que dê ao seu “portador” um falso sentimento de “força” e “poder”, e o portador, mesmo conhecendo a verdade, se “ilude”. Vejamos como o Juiz Dr. D.G.J., procede de posse da “SAAA”. Recebe um processo, de um pai, no mais “profundo” “desespero” e “dor” (ver 3º Episódio geral, pág. 33, Dossiê anexo. ). Seu amigo “j.R.”, recebeu uma “propina” de uma “louca”, para que retirasse os filhos do pai. Neste momento, este pai, deve ter seus valores e não merecer isto. Torna-se muito difícil este procedimento! Embora estivesse escrito, de quem se tratava à mãe, o mesmo pega o processo, não o lê e marca uma audiência para 05 (cinco) meses depois. Será que esta não era uma tentativa de valorizar o trabalho do “amigo”, ganhando tempo, para que a mãe concluísse o trabalho de “domínio” total sobre os filhos? Alienação Parental. Que foi o que aconteceu, perdi meus filhos para sempre, e os piores, eles me perderam…

Tentarei sugerir algo que colaboraria. Agora que sabemos da existência da “SAAA”. Tentaremos “tipificar” a acusação com pessoas “neutras”, “humanas” e “sem emoção”. Após os policiais, sem formação ética, e alguns mais bandidos que os criminosos presos, e todos os envolvidos na “justiça”, podendo estar contaminados pela doença. Assim, talvez por um sorteio, a público, fossem novamente julgados alguns criminosos. Pessoas neutras e humanas. Com exceção dos possuidores da SAAA, todos sabem que quanto menos um preso permanecer na sela, maior será sua chance de recuperação e a economia do estado.
Mas são muitos os funcionários públicos que carregam a “bandeira”: Se pudermos “superlotar” todos os presídios do mundo, “superlotaremos”!
Porque não podemos “suspeitar” do comportamento, por não enxergar o óbvio, da juíza Érika, que me condenou a 2 anos de cadeia por nada? debater o assunto com todas as “autoridades”? Seria somente a SAAA ?

Entre 5% e 8% de nossos crimes são desvendados, contra 90% na Inglaterra e 65% nos EUA. Nossa justiça teria crédito ?

Wilson Camilo Silva
20/01/2003.

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